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Luta Sindical

Assembleias regionais dos Metalúrgicos de São Paulo das zonas oeste e leste aprovam resistência contra as reformas

Fonte: Assessoria de Imprensa

O Sindicato realizou, ontem e hoje,a quinta e a sexta assembleias regionais de mobilização da categoria para a luta de resistência contra as reformas trabalhista e previdenciária, e a terceirização, que tiram direitos, e enfrentamento nas fábricas.

ASSEMBLEIA NA ZONA OESTE

Em assembleia realizada ontem, na zona oeste, trabalhadores metalúrgicos de fábricas da região disseram não à nova lei trabalhista aprovada no Congresso Nacional e decidiram, junto com o Sindicato, resistir à aplicação das mudanças na legislação.

“O enfrentamento começa já, com a campanha salarial que vamos iniciar, pela renovação da nossa convenção coletiva de trabalho e pela garantia dos direitos sagrados da CLT.

As empresas que tentarem aplicar a nova lei vão ser paralisadas”, afirmou o presidente do Sindicato, Miguel Torres, que comandou a assembleia.

O presidente esclareceu como a reforma trabalhista tira direitos, os efeitos da mudança nos contratos de trabalho, da terceirização, da contratação dos trabalhadores como pessoas jurídicas (PJs) e outras situações desfavoráveis a quem depende do emprego.

“A nova lei criou a jornada intermitente, que permite que a empresa contrate por tarefa ou produção. O trabalhador vai receber só pelas horas que trabalhar. Não é como hoje, que a pessoa cumpre a jornada o dia todo, volta no dia seguinte e no final do mês recebe o salário e outros benefícios que tiver.

A jornada hoje é de 8 horas diárias com mais duas horas extras permitidas. A nova lei permite jornada maior. Sem contar que a empresa poderá terceirizar todos os setores”, informou.

Os trabalhadores vão ser tratados de maneira totalmente desigual. Miguel Torres deixou claro que o Sindicato não tem medo do negociado sobre o legislado, “porque isso nós sempre fizemos.

O problema é que esse modelo aprovado não tem equilíbrio, o patrão vai impor o que quiser. É contra tudo isso que vamos resistir”, conclamou. A mobilização dos trabalhadores para a assembleia foi feita pelos diretores Alemão, Ceará, Chico Pança, Erlon, Germano, Porfírio, Sales, secretário-geral Arakém e equipes com apoio da diretoria.

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