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Luta Sindical

Sindicalistas elogiam firmeza de Ciro ante agressividade patronal na CNI

Ciro gomes na CNI

Presidenciável reafirma a empresários que revogará nova lei trabalhista

O presidenciável pedetista Ciro Gomes ganhou pontos junto ao sindicalismo ao defender, dentro da CNI (Confederação Nacional da Indústria), a revogação da nova lei trabalhista, novamente qualificada por ele de “selvageria” contra os trabalhadores.

Agência Sindical ouviu três dirigentes de entidades diferentes e ligados a três partidos: José Pereira dos Santos, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos (filiado ao PPL); Alvaro Egea, secretário-geral da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e membro do PDT; e Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores) e filiado ao PSD.

Egea – “Ciro agiu com muita clareza ao enfrentar aquele grupo comprometido com a reforma que patrocinaram. Ele foi corajoso ao deixar clara sua posição favorável aos trabalhadores e pela revisão desse monstrengo. Um candidato que tem compromisso com o desenvolvimento do País não pode ficar mudando de posição ao sabor das conveniências do auditório. Ciro foi coerente e conquista cada vez mais a simpatia do movimento sindical.”

Pereira – “Deram um lamentável show de intolerância. Até porque Ciro já havia dito que pretende revogar a lei. Empresários ali presentes, em vez de debater e questionar, apelaram para a vaia, mostrando que não estão preparados pra debater e pretendem que o presidente da República seja apenas um despachante de seus interesses de classe.”

Patah – “Entendo que Ciro Gomes mostrou estar preparado pra ser presidente da República do Brasil. Ele enfrentou um ambiente hostil, de empresários que jogam tudo na precarização das relações do trabalho, mas não recuou de suas posições. Saúdo sua coerência e firmeza.”

Nota – O metalúrgico Miguel Torres, presidente da Força Sindical e da Confederação da categoria (CNTM), também se manifestou, por meio de nota. Ele parabenizou o pedetista “pela coerência, coragem e firmeza”. Diz o texto: “A reforma trabalhista é comprovadamente um grande mal para a classe trabalhadora, não gerou empregos de qualidade, trouxe insegurança jurídica e precarizou as relações de trabalho”.

Uma parte dos industriais presentes aplaudiu Jair Bolsonaro. Ele falou: “Vocês que estão na ponta da cadeia produtiva é que serão os meus patrões”.

Vídeo – Clique aqui e assista.

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