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Luta Sindical

Paulo Pereira da Silva


Data de nascimento: 25/01/1956
Data tornou sócio: 03/10/1979
Naturalidade: Porecatu – PR
Força Sindical: 9º andar
Tel: (11) 3348.9004 e (61) 3215.5217
pres@fsindical.org.br

Diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, presidente licenciado da Força Sindical e deputado federal, Paulinho nasceu em 25 de janeiro de 1956, em Porecatu, no Paraná, filho de uma família muito pobre.

Trabalhou, ainda criança, na lavoura, ao lado dos seis irmãos. Aos 13 anos mudou-se para Londrina, para concluir o primeiro grau. Veio para São Paulo aos 20 anos, arrumou emprego numa metalúrgica e continuou estudando. Formou-se no Senai como inspetor de qualidade.

Sua indignação com a violação dos direitos do trabalhador, muito comum nos anos 70, quando começaram as primeiras greves depois do golpe militar de 1964, levaram-no para o sindicalismo. Paulinho cresceu rapidamente no Sindicato dos Metalúrgicos, onde entrou como militante, sendo logo promovido a diretor. Em 1991, aos 35 anos, ocupou o cargo de Secretário-Geral do Sindicato, então presidido por Luiz Antonio de Medeiros, que já se afastava, parcialmente, para ser presidente da recém fundada Força Sindical. Logo, foi eleito vice-presidente e depois presidente do Sindicato.

Na presidência da Força Sindical – da qual Medeiros se licenciou para ser deputado federal – Paulinho continuou seu trabalho empreendedor. Foi ele quem transformou a Força na maior central sindical do setor privado do País, se não forem considerados os sindicatos de servidores públicos e dos bancos estatais. Depois de uma viagem à Europa, passou a defender o modelo do sindicato-cidadão, que se preocupa com os trabalhadores de todo o País, inclusive os desempregados e aposentados, e não apenas com os sindicalizados ligados às entidades filiadas à central. Também, no mesmo molde dos grandes sindicatos europeus, passou a desenvolver programas sociais em parceria com empresas do setor privado e com o Estado. Um exemplo desses programas é o Centro Biopsicossocial Meu Guri, que abriga crianças e adolescentes em situação de risco social.

Na luta em defesa dos trabalhadores, Paulinho transformou a comemoração do Dia do Trabalho no maior 1º de Maio do Mundo, uma festa de grande repercussão que reúne cerca de 1,5 milhão de pessoas. Depois de uma greve dos sindicatos da Força Sindical no setor automobilístico, Paulinho conseguiu que os resultados da negociação se transformassem em uma medida provisória – cuja primeira versão foi escrita pelos seus assessores – instituindo a PLR (Participação dos Trabalhadores nos Lucros ou Resultados das empresas).

Outro grande feito de Paulinho foi o acordo com o governo para o pagamento das perdas do FGTS provocadas pelos Planos Verão e Collor. Foi Paulinho quem convenceu o presidente da República a estender a todos os trabalhadores do Brasil, sem necessidade de recorrer à Justiça, os mesmos direitos obtidos pela vitória de apenas 35 trabalhadores do Rio Grande do Sul. A forma de pagar estas perdas sem sacrificar o Tesouro – o que significaria sacrificar toda a sociedade – foi o acordo, mais uma vez redigido originalmente pela Força Sindical, que dividiu a conta entre os empregadores, o Tesouro e os empregados, mas de forma que aqueles com direito a valores maiores abrissem mão de parte do que receberiam, para que os mais pobres não perdessem nada. De certa forma, uma política de redistribuição de renda.

Em 2002, Paulinho foi convidado e aceitou a ser candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada por Ciro Gomes. Em junho de 2003, filiou-se ao PDT (Partido Democrático Trabalhista). Em julho de 2004, assumiu a presidência estadual do PDT em São Paulo. Nas eleições municipais de 2004 e 2012, foi o candidato do PDT à Prefeitura de São Paulo. Em 2006, foi eleito deputado federal, com 287.443 votos. Foi o sexto deputado mais votado no Estado e o 12º no País. Foi reeleito deputado federal em 2010 e em 2014.

Nas eleições de 2008 e 2012, Paulinho foi confirmado como diretor do Sindicato. Em 2013, foi reeleito presidente da Força Sindical, mas licenciou-se para se dedicar à atividade parlamentar e à defesa dos direitos dos trabalhadores na Câmara dos Deputados.

Em 2013 fundou o partido Solidariedade, com objetivo de dar voz e espaço àqueles que não se sentem representados por antigas e arcaicas agremiações partidárias.

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