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Luta Sindical

Miguel Torres coordena reunião de definição de novas manifestações contra as reformas

Foi realizado nesta segunda, 19, mais uma reunião de diretoria e assessoria do Sindicato para avaliação das ações a serem realizadas esta semana, como continuidade da luta em defesa dos direitos trabalhistas e previdenciários e contra as reformas do governo e da mobilização dos trabalhadores nas fábricas. A mobilização se dá por meio de assembleias diárias e distribuição do jornal do Sindicato, que fala da luta e convoca a categoria para as ações sindicais.

A reunião foi coordenada por Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo/Mogi das Cruzes e da CNTM e vice-presidente da Força Sindical.

“Nossa mobilização tem que ser constante”, afirmou Miguel Torres.

Calendário de luta
As ações estabelecidas pela Força Sindical e demais Centrais começam nesta terça-feira. É o chamado “esquenta” preparatório para uma possível paralisação nacional no dia 30 deste mês.

Nesta terça pela manhã, o Sindicato irá realizar assembleias prolongadas em várias empresas da base – capital, Mogi e Poá. Às 10h, diretoria e assessoria vão participar de uma protesto contra as reformas. A concentração será na Praça do Patriarca, região central da cidade.


8º Congresso da Força Sindical
A reunião de hoje também fez uma avaliação do 8º Congresso Nacional da Força Sindical, realizado de 12 a 14 deste mês, na Praia Grande. Miguel Torres foi reeleito vice-presidente da Central e Paulinho da Força, presidente.

Uma das resoluções aprovadas pela plenária foi apresentada pela CNTM e estabelece que para 2018, ano de eleições, cada estado trabalhe para eleger pelo menos um deputado federal. “é um caminho para darmos o troco para os parlamentares que estão votando a favor das reformas e contra os trabalhadores. Vamos tirá-los do Congresso e aumentar a bancada sindical”, disse Miguel Torres.

Desemprego
Diretoria e assessoria também fizeram uma reflexão sobre o aumento do número de pessoas em condição de rua na cidade e a necessidade de serem feitas novas ações, não só de solidariedade, mas também de críticas à Prefeitura, que não deu encaminhamento ao documento com propostas da Frente de Luta Contra o Desemprego, movimento integrado por sindicatos da capital para ajudar na retomada do emprego. O documento foi entregue no dia 1º de março ao prefeito João Dória.

“Muitas pessoas que estão morando nas ruas são famílias que perderam o emprego e boa parte vive no subemprego. A Prefeitura tem obrigação de dar atenção a estas pessoas”, afirmou Miguel Torres.

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