
Os diretores e diretoras do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes estão passando um abaixo-assinado em todas as fábricas de nossa base para coletar assinaturas em apoio à nossa luta pela redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, e pelo fim da escala de trabalho 6×1.
Nossa ação faz parte da mobilização nacional, que engloba o movimento sindical, os movimentos sociais e as forças políticas progressistas, por melhores condições de trabalho, mais qualidade de vida e geração de emprego para a classe trabalhadora.
Com jornada menor, os trabalhadores(as) terão mais tempo para o convívio familiar, o lazer, a cultura, o descanso e a requalificação profissional.
A PEC (proposta de emenda constitucional) que determina o fim da escala 6X1, reduz a jornada de trabalho e estabelece a jornada 5X2 (dois dias de descanso por semana) como referência nacional, sem redução salarial, foi aprovada em maio pela grande maioria da Câmara dos Deputados e prevê transição de 60 dias, após a promulgação, da jornada de 44h para 42h e, após 12 meses, para 40h.
Agora a proposta precisa ser aprovada por 49 votos dos 81 senadores, em duas sessões. Por isso, precisamos assinar o abaixo-assinado e fazer pressão no Senado, pois há muitas forças políticas e patronais agindo contra esse avanço.
“Nosso objetivo é conseguir o maior número de assinaturas possível e encaminhar ao Senado Federal, como forma de contribuirmos para sua aprovação. Todos os sindicatos de metalúrgicos filiados à Federação dos Metalúrgicos de SP estão nessa ação coletiva”, afirma o presidente Miguel Torres (Força Sindical, CNTM e Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo).
O movimento sindical brasileiro fará na segunda-feira, 10 de agosto de 2026, um Dia Nacional de Lutas para pressionar o Senado Federal a votar e aprovar a redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, e o fim da escala 6X1.
Neste dia 10 até o dia 14, sexta-feira, a mobilização estará nas ruas com panfletagens nas fábricas, estações de metrô, ônibus e trem e outros locais públicos de grande concentração popular.















Senadores paulistas que devemos PRESSIONAR
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