Miguel Torres assume a presidência da Força Sindical

Fotos Jaelcio Santana

Miguel Torres e Paulinho: unidade na luta

Miguel Torres, presidente do Sindicato e da CNTM – Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos – assume, a partir desta segunda-feira (7), a presidência nacional da Força Sindical, em lugar de Paulinho da Força, que licenciou-se para preparar a sua campanha à Prefeitura de São Paulo.
A aprovação de Miguel Torres foi discutida e aprovada em reunião da Direção Nacional da Força Sindical na manhã de hoje, na sede da central, em São Paulo. Da reunião participaram os presidentes das estaduais da Força.

É a segunda vez que Miguel Torres assume a presidência da entidade. A primeira vez foi em 2010, por ocasião da campanha pela reeleição de Paulinho a deputado federal.

Miguel agradeceu o apoio e o empenho de todos os dirigentes dos sindicatos e federações filiados presentes na reunião “a este mandato tampão”, e disse: “conto com a colaboração de todos para levar a Força Sindical cada vez mais à frente das lutas em defesa dos interesses dos trabalhadores brasileiros”.

Paulinho da Força,  presidente licenciado da Força Sindical, disse que se licencia da presidência, mas não das lutas e da defesa dos direitos dos trabalhadores. “Vou continuar exercendo o mandato de deputado federal e defendendo os direitos dos trabalhadores”, disse.

Nesta terça-feira (8), por exemplo, Paulinho estará na reunião com os ministros do Trabalho, Brizola Neto, e Gilberto Carvalho, da secretaria-geral da Presidência da República.

Muitos dos direitos defendidos foram discutidos na reunião da Força Sindical. São eles: a isenção da PLR e dos abonos salariais do Imposto de Renda; o fim do fator previdenciário, a queda das taxas de juros, a regulamentação da terceirização; a luta pela produção nacional e os empregos; a defesa da unicidade sindical, além da conferência Rio +20 e o trabalho decente.

“São questões encaminhadas junto ao governo, que dependem de aprovação no Congresso Nacional, sendo que muitas delas estamos conseguindo graças à pressão e à luta do movimento sindical. Essa luta que travamos até agora foi muito importante e não vai parar”, disse Paulinho.


Reunião nacional da Força Sindical